Sobre

Deus, criatividade, design, fotografia, vídeo, apple, rock, cinema, família, boa gastronomia (pequi do Goiás), caminhada, futebol e muito sangue verde palmeirense na veia; são coisas que aprecio na vida.

A palavra design já não é um termo tão desconhecido atualmente, mas mesmo com essa popularidade as pessoas ainda não sabem direito o que ela significa. Em geral, a palavra design está associada a desenho e beleza. A própria propaganda reforça um pouco essa idéia, quando um novo modelo de carro é lançado, é dito que ele tem um design moderno, uma caneta cara tem design clássico e por ai vai. Assim, um produto, um site ou uma peça gráfica tem design quando são “bonitos”. Porém as pessoas são diferentes, e mesmo que se estabeleça um padrão de beleza, temos gostos e opções diferentes. É exatamente isso que alguns profissionais de comunicação visual se esquecem quando cedem aos pedidos de clientes que teimam em colocar valores e gostos pessoais em seus projetos. Há sim, um interesse em tornar algo agradável ao olhar, pois antes de se usar um produto e se certificar de que ele é funcional nós o vemos e temos uma primeira impressão sobre ele. Embora existam teorias diversas, design precisa, acima de tudo, ter uma função prática e eficaz. Isso é mais visível em projetos de produtos que são baseados em ergonomia (relação entre usuário e objeto) e funcionalidade. Não adianta trocar o botão do liquidificador de lugar e dizer que fez um novo design, nesse caso, é preciso analisar os problemas que estão presentes no atual aparelho ou em sua função e desenvolver uma solução para ele. Um bom exemplo disso é a evolução dos barbeadores, antigamente era usado uma navalha para se cortar a barba. Esse objeto oferecia riscos de cortes e não era tão eficiente para resolver o problema, a pele do rosto não ficava lisa e o não durava muito tempo pra barba voltar a crescer. Com o tempo surgiu a gilete que, aperfeiçoada, ficou pequena e de fácil manuseio. Ela passou a possuir duas pequenas lâminas: uma que puxa o pêlo deixando-o mais para fora da pele, e a outra que o corta, deixando-o mais curto do que se ele fosse cortado na primeira vez.

Mesmo elementos que julgamos ser usados por puro gosto, tem seus objetivos. Um exemplo claro disso é o uso das cores. Não se usa uma determinada cor porque você gosta mais dela ou porque o cliente a aprecia. As cores são importantes para gerar uma hierarquia visual, um impacto, e também tem seus efeitos psicológicos (existem vários estudos sobre a psicologia das cores). O mesmo se aplica a websites. Não adianta fazer um site cheio de efeitos especiais de alto impacto se ele não possui usabilidade ou se demora muito para carregar se seu público alvo são usuários de banda estreita e que procuram informações objetivas. Para se tornar um designer, não basta apenas ter um “bom olho” nem ser bom desenhista. Temos que desenvolver a capacidade de projetar e buscar por soluções para os mais variados problemas do cliente. Design é solução.

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Osman Chaves ヅOss  ⓟ

Minhas Habilidades:

  •  Corel Draw
  •  Adobe Photoshop
  •  Adobe Fireworks
  •  Adobe Premiere
  •  Adobe Dreamweaver
  •  Word Press
  •  Mac OS X
  •  Microsoft Windows
  •  Digitalização e tratamento de imagens
  •  Design e cores para pré-impressão e impressão
  •  Desenvolvimento de peças gráficas, design de websites e animações diversas